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Notícias

G. Juventude

Liderança jovem da IIGD Asa Bela fez bate-papo sobre automutilação na escola do bairro

13/11/2018 às 19:12h

“A diretora identificou que aumentou consideravelmente o número de adolescentes entre 11 e 14 anos que se cortavam. Aí uma das mães indicou que ela fizesse o convite pra gente ir lá, daí eu aceitei e a gente teve cerca de 40 minutos pra falar. Fui com mais algumas pessoas da coordenação, lá a gente sentou no pátio com 7 turmas nessa faixa etária...” (Thamara Torres)

Alguém já disse antes que o trabalho da Juventude da Graça em Cuiabá não acontece só no final de semana, fechado nas quatro paredes da igreja. Hoje a galera tá saindo do quadrado mais do que nunca, pra espalhar o Evangelho e também pra influenciar a sociedade em questões que aos olhos de muitas pessoas não têm a ver com Deus.

Exemplo disso é a oportunidade que a coordenação do Asa Bela teve logo no começo de novembro. A líder Thamara e auxiliares dela foram convidados pra bater um papo sobre automutilação com os alunos da Escola Estadual Arlete Maria da Silva, em Várzea Grande.

A equipe da Juventude apresentou para os estudantes dados sobre o problema, depois apontou saídas motivacionais e ensinou como a Palavra e o amor de Deus podem ajudar a resolver isso. Por último eles contaram o testemunho de uma jovem que se cortava muito antes de conhecer esse amor, mas conseguiu abandonar o hábito. “Citei os problemas que ela passava dentro de casa, eles se identificaram e disseram que passam por isso também”, disse a líder.

Thamara confessou que não fez nenhuma oração com os alunos nem convidou pra fazerem parte do ministério, mas no final eles mesmo a procuraram pra fazer perguntas sobre o nosso trabalho. E antes de irem embora, a diretora Ocilene Célia já pediu pra agendar outra conversa com os alunos mais velhos, agora sobre alcoolismo, problema que a escola também enfrenta com freqüência. 

 

Automutilação: qualquer comportamento, intencional, envolvendo agressão direta ao próprio corpo, sem intenção suicida e por razões não socialmente ou culturalmente compreendidas. Conforme a Oficina de Psicologia, as formas mais frequentes são cortar a própria pele, bater em si mesmo arranhar-se ou queimar-se. Essas lesões podem variar de superficial a moderada geralmente, uma maneira expressar ou lidar com uma angústia esmagadora ou aliviar uma tensão insuportável; às vezes, pode ser uma mistura de ambos. Para os psicólogos, acontece por causa de repetidos pensamentos negativos e depreciadores, sentimentos difíceis (por exemplo, angústia, ansiedade, stress, tristeza), episódios de dissociação (perder o contato com quem você é ou seu ambiente). 
 

Fonte: Juventude da Graça Cuiabá

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