carregando
Carregando...
Caso a página demore muito para carregar,
aperte o botão "atualizar" do seu navegador ou a tecla "F5".

  • Receba informações e promoções de nosso site.


Notícias

G. Juventude

Líder dos jovens da IIGD Santa Catarina e a esposa vieram a Cuiabá conhecer o Graça Jovem na prática

por Redação Graça Jovem
15/05/2017 às 16:25h
No início do ano, um representante do pastor Cleber esteve lá pra levar algumas instruções.

Com apenas 21 anos de idade, Gabriel Baltazar Lopes é o responsável pela juventude da IIGD em Criciúma-SC, além de auxiliar do pastor Wellington Sodré. Casado há 2 anos, ele veio a Cuiabá com sua esposa Diuliane Lopes(23) para ver de perto como as coisas funcionam no Graça Jovem MT, já que a ideia é levar a visão daqui pra Santa Catarina.

Depois de visitar as igrejas de bairros aqui da capital e passar o dia acompanhando a rotina dos líderes locais com os jovens, na Sede mato-grossense o casal participou do culto de Santa Ceia no sábado(13) e contou um pouco da história deles e a vida no ministério. Digo que é desafiador... realmente é renúncia, desabafou Gabriel. Confira o papo todo:

 

Como está funcionando o trabalho com os jovens lá em Santa Catarina atualmente?

Diuliane – Algumas coisas a gente já aderiu, com a visão que o Christian tinha passado mas agora a gente tá vendo na prática daqui e que funciona. Realmente as tribos funcionam. Não trabalhávamos [com tribos], começamos em janeiro desse ano... só que a gente tinha algumas dúvidas e nunca tinha visto na prática como era a questão do louvor, de buscar os jovens, do evangelismo. Aí hoje a gente passou o dia inteiro só vendo isso.

 

Muita gente se espanta com isso de levar e buscar os jovens. Vocês também acham estranho?

Diuliane – Achava, mas agora a gente começou também com isso. Se o jovem mora longe e a gente vai lá, ele se esforça um pouquinho mais [pra vir]. Então a gente já levou um pouco disso pra lá também. E tá dando certo.

 

E pra levantar a verba?

Diuliane – Lá é diferente, porque o povo do Sul é um pouquinho superprotetor, então não pode vender em sinal ou coisa assim. A gente tem uma cantina e arrecada ali com os jovens. Quando precisa pra algum evento como o Retiro a gente faz “um caixinha”. Os irmãos mesmo ajudam. No final dos cultos a gente fica ali, duas vezes no mês.

 

Vocês são casados. Como que é dividir a vida pessoal e a vida familiar com a liderança do Ministério?

Gabriel – Digo que é desafiador. Coisas que estão acontecendo com os jovens já aconteceram com a gente, a questão de que a família cobra porque tá muito longe... E esse tempo que você tá lá [com a família] não dá pra ficar com os jovens... realmente é renúncia. Não dá pra “assoviar e chupar cana” (risos), não tem como.

 

Vocês se casaram dentro do grupo?

Gabriel – Ela já conhecia a Cristo, eu ia de vez em quando com a minha mãe. Daí chegou o período em que o pastor lá começou a fazer grupo de jovens, eu me envolvi com o Teatro e lá eu conheci ela. Aí a gente namorou, noivou e casou.

 

Então foi tudo em santidade?

Diuliane – A gente teve todos os passos do namoro... buscamos a direção antes de tudo e o pastor nos orientou. Chegou um ponto que era tão propósito de Deus que o pastor nos chamou e falou “vou liberar o namoro de vocês, porque vocês têm afinidade demais... não têm por que prolongar”. Deus já tinha confirmado no coração do pastor e já tinha confirmado no nosso. Namoramos dois anos e casamos tudo certinho. Com 1 mês fomos transferidos de Sombrio (SC) pra Criciúma.

 

Aqui parece que se jovem domina bem a vida sentimental, as outras áreas são mais tranquilas. O problema recorrente dos jovens em Santa Catarina também tem a ver com isso?

Diuliane – O problema é a vida sentimental mesmo. Se ele não encontra alguém ali no Ministério ele vai em outro e são inconstantes, vem um mês e não voltam... então a gente lida com a inconstância dos jovens lá, e a vida sentimental é o foco principal. A gente aborda outros temas também, mas aí é onde eles se perdem.

 

Qual a faixa etária dos jovens lá?

Diuliane – A gente encontrou uma diferença daqui pra lá, a faixa etária é de jovens mais adultos (de 16 a 30 anos). É raro algum de 13, 14 anos, tem um menino de 12 anos só. 

 

E a vida profissional de vocês?

Diuliane – Eu trabalho fora e ele é em tempo integral na igreja. Sou técnica de enfermagem, só que às vezes não consigo conciliar por causa de horário. A nossa prioridade sempre vai ser para o Ministério, a gente optou por isso. Algumas pessoas podem escolher “ah, eu vou dar prioridade pra minha vida profissional, pra minha carreira” –, não. Deus vai prover, Deus vai cuidar dessa parte lá na frente; nossa prioridade vai ser nosso ministério. Eu ajudo ele na parte dos bastidores, na correria. E ele no altar.

 

E há quanto tempo vocês estão casados?

Diuliane – A gente vai fazer dois anos de casados no dia 30 de maio; juntos nós estamos há quatro anos, é tudo bem recente, mas até isso a gente dá de experiência para os jovens: se apresentar diante de Deus desde o início ali, na oração. “Primeiro ano de casado você sofre, porque vocês não se conhecem”... não teve isso! Deus nos mostrou um pro outro e a gente se encaixou.

 

Dá pra falar que de fato com Deus é diferente?

Diuliane – Com Deus é totalmente diferente, tudo feito baseado na Palavra, baseado na instrução do seu pastor, do seu líder. É o que a gente tem tentado passar pra eles.

Gabriel – O casamento é muito banalizado, (...) tem que ser levado até o fim. Antigamente o homem sofria, a mulher sofria, mas o casamento era até o final. Perdeu-se esse limite, a Bíblia diz que não pode remover os limites antigos que foram colocados desde o fundamento. Então eu creio que quando a pessoa coloca no coração que o casamento é pra ir até o final, vai dar certo com a ajuda de Deus.

 

Ao contrário de muitos, parece que depois do casamento vocês se firmaram ainda mais no ministério...

Diuliane – A gente casou, arrumou a nossa casa e fazia 1 mês a gente foi transferido pra Criciúma... eu não tinha nem terminado de tirar as coisas que tinha ganhado de presente, ainda tinha que desembrulhar! (risos). A gente largou tudo no caminho e falou "vamos seguir o chamado de Deus". Eu poderia ter dito "casei, agora a prioridade é meu marido, minha casa, minha profissão"... tava trabalhando no que eu gostava, né? Mas não. Por quê? Primeiro os planos de Deus, depois o nosso projeto. Se der tempo dos nossos, amém. Se não, os dEle primeiro!

Ele casou com 19 e eu com 21. Com 16 anos eu tava lendo “O Poder da Esposa que ora”! (risos)... eu tava me preparando pra ser esposa, pra ter uma estrutura. E eu não conhecia ele, fui conhecer com 18.

Alguém te influenciou a começar se preparar?

Diuliane – Quando esposa do pastor antigo chegou, ela me influenciou ainda mais. Como Deus já tinha colocado no meu coração que um dia eu ia casar com um pastor, então comecei a me preparar. E eu sabia que um dia o “dito-cujo” ia chegar. Mesmo eu não tendo a idade eu fui indo e me capacitei nessa parte. Quando chegou no relacionamento, eu pude botar em prática aquilo! Hoje eu boto em prática aquilo eu aprendi, e da mesma forma ele. A gente aprendeu com nosso ex pastor: quando a gente bota Deus no meio de nós dois, nada além, Deus filtra; antes de chegar nele passa por Deus antes. Então não tem como se desconstruir aquilo ali. O nosso filtro é Deus. Não tem como dar errado. O casamento vai ser bom e vão prosperar nas outras áreas.

“Vocês têm que dar a maior moral pra esse trabalho aqui, porque vocês estão num caminho muito abençoado”, disse Diuliane ao pastor Cleber Santos.

Outras fotos desta reunião, clique AQUI.

 

 

 

Comentários

Você precisa logar no site para poder enviar comentários. Clique aqui caso ainda não possua um cadastro em nosso site.

     

    1